{"product_id":"38359-tratamiento-osteopatico-de-las-lumbalgias-y-lumbociaticas-por-hernias-discales","title":"Tratamento Osteopático das Lombalgias e Lombociatalgias por Hérnias Discais","description":"\u003cp\u003e\u003cspan\u003eA osteopatia deve o seu nome, o seu nascimento e a codificação racional das suas grandes leis ao osteopata americano Andrew Taylor Still.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eDesde a sua criação, este método de tratamento manual baseado nos conhecimentos da biomecânica e inter-relações entre os diversos tecidos do organismo, prosseguiu uma regular ascensão graças a numerosas descobertas resultantes tanto da investigação básica como da prática de dezenas de milhões de osteopatas que a praticam em todo o mundo.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eEste livro é o resultado de 25 anos de experiência no tratamento das hérnias discais.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eAs técnicas apresentadas são as que se ensinam na Escola de Osteopatia de Madrid: técnicas osteopáticas com thrust, trabalho dos tecidos moles, músculo-energia, funcional, utilização das técnicas segundo os princípios de Jones a partir dos pontos trigger, o spray and stretch e o relaxamento miofascial.\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eO Dr. François Ricard Ph.D., D.O., F.T., galardoado com o Prémio dos Autores em Medicina Osteopática em 1986, impulsiona o reconhecimento da osteopatia na Europa e na América do Sul. Atualmente, é codiretor da Escola de Osteopatia de Madrid Internacional e do Collège International de Médecine Ostéopathique (Paris).\u003c\/span\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cspan\u003eEsta obra é necessária para o estudante que deseja evoluir para uma prática eficaz da osteopatia. Além disso, é útil para o osteopata experiente que, graças aos índices que contém, encontrará facilmente a informação de que necessita, bem como para o fisioterapeuta, o médico, o cirurgião ortopédico e o neurocirurgião.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eTABELA DE CONTEÚDOS\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eAPRESENTAÇÃO DO LIVRO\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eINTRODUÇÃO E GENERALIDADES DEFINIÇÃO DE OSTEOPATIA GENERALIDADES SOBRE AS HÉRNIAS DISCAIS LOMBARES\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eBIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1. ANATOMIA FUNCIONAL DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.1. EMBRIOLOGIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2. ANATOMIA DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.1. Ossificação da vértebra\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.2. Osteologia das vértebras lombares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.3. Articulações interapofisárias posteriores\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.4. Foramen intervertebral e canais radiculares das raízes nervosas lombares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.5. Aspetos únicos das vértebras lombares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.6. Articulação disco somática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.7. Sistema ligamentar intervertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.8. Relações nervosas da coluna lombo-sagrada\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.9. Vascularização do canal vertebral lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.10. Vasos do abdómen relacionados com a coluna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e1.2.11. Músculos da coluna lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eBIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2. BIOMECÂNICA DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.1. GENERALIDADES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.1.1. Função estática da coluna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.1.2. Função de certas vértebras\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.1.4. Função de proteção\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.1.5. Conceitos fundamentais sobre fisiologia clássica ao nível da coluna lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2. FISIOLOGIA DO DISCO INTERVERTEBRAL LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.1. Propriedades físicas do disco intervertebral lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.2. Propriedades mecânicas do disco intervertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.3. Nutrição do disco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.4. Ação da torção sobre o disco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.5. Papel da cavidade abdominal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.6. Papel dos ligamentos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.7. Papel da musculatura\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.2.8. Biomecânica dos nervos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.3. FUNÇÃO DE ALGUNS MÚSCULOS DO TRONCO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.3.1. Quadrado lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.3.2. Psoas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.3.3. Transverso espinhoso\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.3.4. Massa comum sacro-lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.4. BIOMECÂNICA VERTEBRAL SEGUNDO AS LEIS DE FRYETTE\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.4.1. Primeira lei de Fryette: NSR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.4.2. Segunda lei de Fryette: ERS – FRS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.5. MOVIMENTOS ACOPLADOS AO NÍVEL DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.5.1. Na literatura\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.5.2 Dados científicos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e2.5.3. Conclusões\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eBIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3. NEUROFISIOLOGIA E OSTEOPATIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.1. OSTEOPATIA E DOR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.1.1. Diferentes tipos de dor\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.1.2. Dores referidas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.1.3. Fisiopatologia das dores referidas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2. DIAGNÓSTICO ETIOLÓGICO DA DOR LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2.1. Dor discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2.2. Dor ligamentar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2.3. Dor muscular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2.4. Dor nervosa periférica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.2.5. Dor referida visceral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.3. FISIOLOGIA DOS RECETORES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.3.1. Recetores articulares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.3.2. Fusos neuromusculares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.3.3. Fusos neurotendinosos (órgãos tendinosos de Golgi)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.4. DISFUNÇÃO SOMÁTICA E SISTEMA NERVOSO SEGUNDO I. KORR E F. MITCHELL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.4.1. Síntese sobre os fusos neuromusculares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.4.2. Tónus e circuito gama\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.4.3. Recetores de Golgi\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.4.4. Proprioceptores e lesão osteopática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.5. FUNÇÃO DAS MANIPULAÇÕES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.5.1. Técnicas funcionais: Técnicas de Hoover, Johnston, Jones, Sutherland\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.5.2. Técnicas de tecidos moles\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.5.3. Técnicas de «energia muscular»\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.5.4. Técnicas com thrust: High velocity thrust (HVT) técnicas combinadas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.6. LESÃO OSTEOPÁTICA E MEDULA ESPINHAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.6.1. Conceito de facilitação medular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.6.2. Consequências da facilitação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.7. CARACTERÍSTICAS NEUROLÓGICAS DA LESÃO OSTEOPÁTICA VERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.8. CARACTERÍSTICAS NEUROVASCULARES DA LESÃO OSTEOPÁTICA:\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e«A lesão circulatória» (Lei da artéria de Still)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.8.1. Fisiologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.8.2. Fisiopatologia osteopática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.8.3. Consequência da lesão circulatória\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.9. LESÃO OSTEOPÁTICA VERTEBRAL E RAÍZES RAQUIDIANAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.9.1. Distribuição das raízes nervosas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.9.2. Constituição das raízes\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.9.3. Buraco de conjugação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.9.4. Lesão osteopática e buraco de conjugação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.10. INFLUÊNCIA NEUROTRÓFICA DA DISFUNÇÃO SOMÁTICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.11. CONCEITOS MODERNOS DA OSTEOPATIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.12. SINAIS CLÍNICOS DA FACILITAÇÃO MEDULAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.13. SENSIBILIZAÇÃO E MEDICINA OSTEOPÁTICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.13.1. Sensibilização periférica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.13.2. Sensibilização central\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.13.3. Patofisiologia: Sensibilização periférica e central neuralgias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.13.4. Sensibilização e tratamento osteopático\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.14. MODELO TEÓRICO DOS NOCICEPTORES.\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.15. MODELO TEÓRICO DE FRYER\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e3.16. O MODELO FASCIAL BIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4. LESÕES OSTEOPÁTICAS DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.1. GENERALIDADES SOBRE AS DISFUNÇÕES DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.1.1. Origem da dor segundo Caillet4.1.2. Ritmo lombo-pélvico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.2. FISIOPATOLOGIA DAS LESÕES OSTEOPÁTICAS VERTEBRAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.2.1. Lesões discais4.2.2. Lesão das facetas articulares posteriores\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.2.3. Função do ligamento interespinhal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.2.4. Função dos músculos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.2.5. Espondilolistese\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.3. LESÃO OSTEOPÁTICA OU DISFUNÇÃO SOMÁTICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.3.1. Definição\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.3.2. Causas desta lesão\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.3.3. Repercussões da lesão vertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4. DIFERENTES DISFUNÇÕES SOMÁTICAS VERTEBRAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4.1. Disfunção somática neutra em NSR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4.2. Disfunção somática não neutra em FRS-ERS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4.3. Disfunções somáticas primárias e secundárias segundo Fred Mitchell10\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4.4. Leis de Martindale\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.4.5. Características dos modelos regionais de movimentos acoplados na coluna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003esegundo White e Panjabi\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.5. REPERCUSSÕES FASCIAS DAS LESÕES VERTEBRAIS LOMBARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.5.1. Generalidades\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.5.2. Repercussões sobre as fáscias da região L2-L3-L4-L5\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.5.3. Repercussões sobre as fáscias da região T10-T11-T12-L1\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.6. REPERCUSSÕES MUSCULARES DAS DISFUNÇÕES VERTEBRAIS LOMBARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.6.1. Generalidades sobre o PT segundo Travell\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.6.2. Diferenças entre ponto trigger neuromuscular e ponto trigger miofascial TRATAMENTO OSTEOPÁTICO DAS LOMBALGIAS E LOMBOCIATALGIAS POR HÉRNIAS DISCAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.6.3. Os diferentes pontos trigger da região lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.7. REPERCUSSÕES DAS LESÕES LOMBARES SOBRE O SISTEMA NERVOSO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003ePERIFÉRICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.7.1. Repercussões sobre as raízes sensitivas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.7.2. Repercussões sobre as raízes motoras\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.7.3. Repercussões sobre a cadeia ganglionar laterovertebral simpática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.8. REPERCUSSÕES VASCULARES DAS DISFUNÇÕES LOMBARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.9. REPERCUSSÕES VISCERAIS DIRETAS DAS DISFUNÇÕES DAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eVÉRTEBRAS LOMBARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.10. VIGA COMPOSTA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.11. ZONAS DE FIXAÇÃO ARTICULAR E ZONAS DE HIPERMOBILIDADE COMPENSATÓRIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.11.1. Mecanismo neurológico da hipermobilidade reacional\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e(dor em flexão por hipomobilidade em extensão)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e4.11.2. Compensações biomecânicas, da coluna dorsal e cervical superior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5. EQUILÍBRIO E DESEQUILÍBRIO POSTURAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.1. POSTURA NORMAL5.2. VIAS NEUROLÓGICAS DA POSTURA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.2.1. Recetores cutâneos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.2.2. Recetores capsulares e ligamentares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.2.3. Fusos neuromusculares dos músculos suboccipitais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.2.4. Olho\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.2.5. Ouvido interno\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3. DISTÚRBIOS POSTURAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.1. Etiologia dos distúrbios posturais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.2. Síndromes disfuncionais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.3. Distúrbios da convergência ocular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.4. Distúrbios estomatognáticos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.5. Distúrbios podais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.3.6. Distúrbios viscerais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.4. REPERCUSSÕES DOS DISTÚRBIOS POSTURAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.5. NOÇÕES DE ARQUITETURA E POSTUROLOGIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.5.1. Definição das abóbadas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.5.2. Aplicação deste princípio de arquitetura à coluna vertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.5.3. Desequilíbrio estático anteroposterior da coluna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.5.4. Princípios osteopáticos de correção dos desequilíbrios posturais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eanteroposteriores da coluna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6. DADOS CIENTÍFICOS SOBRE POSTURA E HÉRNIA DISCAL LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.1. Fatores biomecânicos associados à coluna vertebral e ao seu equilíbrio lombopélvico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.2. Equilíbrio sagital da coluna e patologias discais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.3. Relações de lombociatalgias ou lombalgia com a postura\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.4. Lombociatalgia, lombalgia sem ciática, pressão plantar e perna curta no nosso estudo\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.5. Pressões plantares em lombociatalgias e lombalgia sem ciática e número de hérnias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003ediscais no nosso estudo\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e5.6.6. Relações das lombalgias ou das lombociatalgias com os distúrbios posturais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003edos pés\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eBIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6. DOENÇA DEGENERATIVA DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.1. ASPETO NA IRM\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.2. ENVELHECIMENTO NATURAL DO DISCO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.2.1. Perda idiopática dos vasos sanguíneos e nutrientes\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.2.2. Glicação não-enzimática e processo de envelhecimento: glicolisação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3. FATORES DE RISCO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3.1. Dano estrutural do disco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3.2. Ciclo vicioso da doença discal degenerativa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3.3. Herança e genética desfavorável\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3.4. Outros fatores de risco de doença discal degenerativa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.3.5. Fases extremas hiperálgicas da doença discal degenerativa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.4. LACERAÇÕES RADIAIS ANULARES (FISSURAS RADIAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.4.1. Descrição do discograma de Dallas: sistema de classificação para as\u003c\/p\u003e\u003cp\u003elacerações radiais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.4.2. Destruição discal interna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.5. MECANISMO DA RUPTURA DISCAL: ENTORSE DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6. GERADORES DA DOR LOMBAR E RADICULAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.1. Particularidade da inervação discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.2. Vias aferentes nas dores lombares discais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.3. Papel da inervação autónoma e espinhal no disco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.4. Neurofisiologia do gânglio espinhal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.5. Inflamação e fibrose gerada pelo material nuclear no espaço epidural\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.6. Efeitos da compressão da raiz nervosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.7. Mecanismo da reação inflamatória\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.8. Retrolistese e compressão nervosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.6.9. Teoria infeciosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.7. MECANISMO DA DOR DISCOGÉNICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.7.1. INERVAÇÃO DO DISCO INTERVERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.7.2. NEUROTROFINAS E OS SEUS RECETORES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.7.3. CITOQUINAS, NEUROTROFINAS e DOR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e6.7.4. Alterações degenerativas do disco intervertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7. PROTRUSÃO DISCAL E HÉRNIA DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.1. NASCIMENTO DA PROTRUSÃO DISCAL SEGUNDO DOUGLAS GILLARD\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.1.1. Protrusão discal assintomática (grau I de destruição discal interna\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.1.2. Protrusão discal dolorosa: rotura interna do disco (grau III de destruição\u003c\/p\u003e\u003cp\u003ediscal interna)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.1.3. Protrusão discal dolorosa: laceração anular com extravasamento (grau V de destruição discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003einterna)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.2. NASCIMENTO DA HÉRNIA DISCAL SEGUNDO DOUGLAS GILLARD10\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.2.1. Protrusão discal: primeiro passo para a hérnia discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.2.2. Hérnia discal subligamentar: o ligamento longitudinal posterior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003epermanece intacto\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.2.3. Extrusão discal ou hérnia transligamentar: o ligamento longitudinal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eposterior está rompido\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.2.4. Sequestro do disco: fase final da hérnia discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e7.3. DOR QUE PROVÉM DO DISCO INTERVERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eBIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8. RADICULALGIAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.1. RECORDAÇÕES ANATÓMICAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.1.1. Anatomia do plexo sagrado\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.2. NERVOS ANTERIORES DA COXA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.2.1. Nervo obturador\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.2.2. Nervo crural\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.2.3. Nervo musculocutâneo\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.3. LESÕES DISCAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.3.1. Pressões discais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.3.2. Histologia do disco normal e degenerado\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.3.3. Alterações bioquímicas no disco degenerado\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.3.4. Lesões discais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.4. DIAGNÓSTICO CLÁSSICO DA LOMBOCIATALGIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.4.1. Sinais raquidianos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.4.2. Sinais ao nível do membro inferior lesionado\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.4.3. Formas clínicas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.4.4. Ciatalgias sintomáticas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5. CIATALGIAS DE ORIGEM OSTEOPÁTICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5.1. Disfunções somáticas vertebrais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5.2. Bloqueios facetários\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5.3. Artropatias facetárias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5.4. Disfunções sacroilíacas e iliosacras\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.5.5. Patologia osteopática do nervo ciático maior: Síndrome de múltipla compressão\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.6. CIATALGIAS NÃO DISCAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.6.1. Ciatalgias ligamentares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.6.2. Ciatalgias de origem muscular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e8.6.3. Lombalgias e sistema visceral BIBLIOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003cbr\u003e9. PATOLOGIA DO FORAME DE CONJUGAÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.1. ANATOMIA NORMAL DO FORAME DE CONJUGAÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.1.1. Limites\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.1.2. Conteúdo\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.2. DINÂMICA DO FORAME INTERVERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.2.1. Tamanho do forame\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.2.2. Mobilidade e resistência das estruturas nervosas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.3. ETIOLOGIAS DE COMPRESSÃO RADICULAR NO FORAME INTERVERTEBRAL LOMBAR 331\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.3.1. Diagnósticos diferenciais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.3.2. Hérnias discais foraminais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.3.3. Outras etiologias de compressão foraminal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.4. SINAIS DE COMPRESSÃO FORAMINAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.4.1. Sinais clínicos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.4.2. Sinais elétricos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.4.3. Exames radiológicos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5. TRATAMENTOS DAS COMPRESSÕES RADICULARES NO FORAME\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eINTERVERTEBRAL LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5.1. Tratamento médico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5.2. Infiltrações\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5.3. Técnicas percutâneas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5.4. Tratamento cirúrgico: conceitos gerais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e9.5.5. Manipulações (HVT)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003cbr\u003e10. TRATAMENTO MÉDICO DAS HÉRNIAS DISCAIS LOMBARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.1. TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA E MEDICAÇÕES GERAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.1.1. Analgésicos e anti-inflamatórios\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.1.2. Outros tratamentos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.1.3. Injeções locais de corticoides de síntese\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.2. RIZOTOMIA DORSAL RADIOGUIADA POR RADIOFREQUÊNCIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.3. FISIOTERAPIA E ORTOPEDIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.3.1. Repouso e higiene de vida\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.3.2. Espartilho (lumbostato)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.3.3. Reeducação e exercícios\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.4. CIRURGIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.4.1. Cirurgia mínima\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.4.2. Cirurgia aberta\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.4.3. Próteses discais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.4.4. Complicações da cirurgia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.5. OZONOTERAPIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.5.1. Vantagens\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.5.2. Mecanismo de ação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.5.3. Indicações da ozonoterapia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e10.5.4. Formas de administração e tratamento\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11. OUTRAS NEURALGIAS DO MEMBRO INFERIOR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1. NEURALGIA CRURAL (CRURALGIA)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.1. Anatomia do nervo crural\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.2. Etiologia das cruralgias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.3. Fisiopatologia da lombocruralgia de origem discal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.4. Diagnóstico das lombocruralgias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.5. Evolução da lombocruralgia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.6. Complicações\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.7. Diagnóstico diferencial da cruralgia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.8. Tratamento médico da lombocruralgia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.1.9. Tratamento das cruralgias com manipulações\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.2. NEURALGIA OBTURADORA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.2.1. Recordações anatómicas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.2.2. Etiologia, fisiopatologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.2.3. Diagnóstico das neuralgias obturadoras\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.2.4. Tratamento da neuralgia obturadora\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3. MERALGIA PARESTÉSICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.1. Recordação anatómica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.2. Etiologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.3. Anatomopatologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.4. Sintomas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.5. Diagnóstico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.6. Exames complementares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.7. Evolução\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e11.3.8. Tratamento médico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DAS CIATALGIAS DISCAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1. LOMBALGIAS DE ORIGEM EXTRAESPINHAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1.1. Causas não espinhais de lombociatalgia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1.2. Origem gastrointestinal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1.3. Origem genitourinária\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1.4. Origem vascular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.1.5. Origem retroperitoneal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.2. CIATALGIAS PARALISANTES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3. ARTRITES REUMÁTICAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.1. Manifestações clínicas sistémicas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.2. Provas de laboratório\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.3. Pelviespondilite reumática ou espondilartrite anquilosante\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.4. Síndrome de Reiter ou síndrome de Feissinger-Leroy-Reiter\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.5. Artrite psoriática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.3.6. Artrite reumatoide\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.4. OSTEOARTROSE\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.4.1. Traços patológicos da espondiloartrose\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.4.2. Histologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.4.3. Artropatias facetárias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5. DOENÇA DE SCHEUERMANN\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5.1. Critério diagnóstico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5.2. Diagnóstico diferencial\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5.3. Radiografias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5.4. Tratamento conservador\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.5.5. Tratamento cirúrgico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.6. OSTEOPOROSE\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.6.1. Definição\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.6.2. Clínica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.6.3. Tratamento\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.7. PATOLOGIAS INFECCIOSAS DA COLUNA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.7.1. Espondilodiscite não tuberculosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.7.2. Espondilodiscite tuberculosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.7.3. Outras espondilodiscites\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8. DOR LOMBAR DURANTE A GRAVIDEZ\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8.1. Fatores de risco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8.2. Biomecânica da coluna lombar durante a gravidez\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8.3. Classificação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8.4. Diagnóstico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.8.5. Tratamento\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.9. HIPERMOBILIDADE, INSTABILIDADE E PERDA DA INTEGRIDADE\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eDO MOVIMENTO SEGMENTAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.9.1. Hipermobilidade segmentar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.9.2. Instabilidade vertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.9.3. Perda de integridade de movimento segmentar, de translação anormal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eou de movimento angular anormal de um segmento em relação a um segmento\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eadjacente\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.9.4. Responsabilidade das disfunções na produção de segmentos hipermóveis\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.10. LOMBALGIAS DE ORIGEM VISCERAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.10.1. Lombalgias de origem urológica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.10.2. Lombalgias de origem ginecológica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.10.3. Lombalgias de origem digestiva\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11. MALFORMAÇÕES DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11.1. Espinha bífida\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11.2. Sacralização de L5\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11.3. Lombarização sacral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11.4. Tropismo das facetas articulares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.11.5. Agenesia de uma faceta articular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12. TUMORES ÓSSEOS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.1. Tumores ósseos que causam uma dor localizada\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.2. Tumores dolorosos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.3. Tumores benignos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.4. Tumores malignos primitivos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.5. Tumores secundários dos ossos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.6. Doença de Paget\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.7. Doença de Hodgkin\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.8. Linfoma não Hodgkin\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.12.9. Tumores nervosos extramedulares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.13. DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS E DETERIORAÇÃO DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14. PATOLOGIA DAS ARTÉRIAS DO MEMBRO INFERIOR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14.1. Noções de diagnóstico diferencial\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14.2. Patologia arterial do membro inferior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14.3. Diagnóstico das patologias arteriais do membro inferior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14.4. Tratamento e técnicas arteriais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.14.5. Trombose venosa profunda\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.15. SÍNDROME DO PIRIFORME\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.15.1. Sintomatologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.15.2. Diagnóstico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.15.3. Tratamento da síndrome do piriforme\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.16. QUISTO SINOVIAL FACETÁRIO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.16.1. Diagnóstico clínico e radiológico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.17. DOENÇA FACETÁRIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e12.18. CAUSAS DA DOR LOMBOSSAGRA CRÓNICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13. ESPONDILOLISTESE E ESTENOSE LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.1. ESPONDILOLISTESE\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.1.1. Definição\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.1.2. Diferentes localizações\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.1.3. Etiologia e classificação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.1.4. Semiologia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2. ESTENOSE RAQUIDIANA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.1. Etiologias da estenose do canal raquidiano\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.2. Diferentes localizações da estenose vertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.3. Fisiopatologia da estenose raquidiana14\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.4. Diferentes localizações da estenose raquidiana lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.5. Sintomatologia da estenose raquidiana lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.6. Radiologia das estenoses vertebrais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.2.7. Tratamento cirúrgico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.3. FIBROARACNOIDITE PÓS-CIRÚRGICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.3.1. Descrição13.3.2. Consequências da fibrose pós-cirúrgica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.3.3. Diagnóstico da fibrose pós-cirúrgica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e13.3.4. Tratamento clássico da fibrose pós-cirúrgica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14. ENTALAMENTO DOS NERVOS CLUNEAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.1. PATOGENIA DO ENTALAMENTO DOS NERVOS CLUNEAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.2. DIAGNÓSTICO DO ENTALAMENTO DOS NERVOS CLUNEAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.3. PROTOCOLO DE TRATAMENTO OSTEOPÁTICO DOS NERVOS CLUNEAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.3.1. Tratamento do entalamento dos nervos cluneais superiores\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.3.2. Tratamento do entalamento do nervo cluneal médio\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.3.3 Técnicas de creeping fascial para o túnel do ligamento sacroilíaco posterior longo\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.4. INFILTRAÇÃO OU BLOQUEIO DOS NERVOS CLUNEAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e14.5. CIRURGIA DO NERVO CLUNEAL SUPERIOR E MÉDIO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15. DIAGNÓSTICO OSTEOPÁTICO RAQUIDIANO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.1.\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2. ANAMNESE OSTEOPÁTICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.1. Características das dores devido a um bloqueio articular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.2. Características da dor discogénica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.3. Características da dor ligamentar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.4. Características da dor de origem muscular\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.5. Características da dor de origem nervosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.2.6. Características da dor de origem visceral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3. EXAME NEUROLÓGICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3.1. Níveis neurológicos T12, L1, L2 e L3\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3.2. Níveis neurológicos L2, L3 e L4\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3.3. Nível neurológico L44\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3.4. Nível neurológico L54\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.3.5. Nível neurológico S14\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4. EXAME ORTOPÉDICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.1. Generalidades sobre os testes de diagnóstico\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.2. Exame em pé\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.3. Exame sentado\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.4. Exame em decúbito dorsal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.5. Exame com o doente em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.4.6. Teste de Waddell\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5. ELETROMIOGRAMA (EMG)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5.1. Realização da eletromiografia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5.2. Conceitos básicos em eletromiografia e eletroneurografia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5.3. Indicações da eletromiografia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5.4. Exemplos de EMG\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.5.5. Velocidade de condução nervosa\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.6. EXAME FÍSICO OSTEOPÁTICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.6.1. Exame em bipedestação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.6.2. Exame em sedestação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.6.3. Exame em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.7. TERMOGRAFIA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.8. ANÁLISE POSTURAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.9. PROCURA DE UMA ASSIMETRIA DE COMPRIMENTO DOS MEMBROS INFERIORES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.9.1. Classificação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.9.2. Etiologias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e15.9.3. Métodos para avaliar as anomalias de comprimento dos membros inferiores\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16. DIAGNÓSTICO OSTEOPÁTICO POR IMAGEM\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1. INTRODUÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.1. Radiografias\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.2. TAC (Tomografia computorizada)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.3. RMN\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.4. Exemplos de cortes sagitais patológicos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.5. Exemplos de cortes transversos patológicos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.6. Sacorradiculografia\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.7. Radiologia da espondilolistese\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.8. Radiologia da estenose raquidiana\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e16.1.9. Radiologia osteopática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17. DIFERENTES TÉCNICAS DE TRATAMENTO OSTEOPÁTICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.1. ESCOLHA DAS TÉCNICAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.1.1. Ação sobre os músculos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.1.2. Ação sobre os ligamentos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.1.3. Ação sobre as cápsulas articulares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.2. ESCOLHA DOS TECIDOS A TRATAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.2.1. Noção de lesão metamérica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.2.2. Noção de densidade\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.2.3. Noção de restrição de mobilidade maior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.2.4. Noção de parâmetro lesional maior relacionado com a restrição\u003c\/p\u003e\u003cp\u003ede mobilidade global\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.3. DIFERENTES TÉCNICAS OSTEOPÁTICAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.3.1. Técnicas estruturais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.3.2. Regras manipulativas gerais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.3.3. Técnicas funcionais\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e17.3.4. Técnica de A. T. Still\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18. TRATAMENTO OSTEOPÁTICO DA COLUNA LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1. NORMALIZAÇÕES MUSCULARES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.1. Normalização do músculo psoas-ilíaco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.2. Técnica de alongamento do quadrado lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.3. Normalização dos ligamentos iliolombares (técnica de Cathie)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.4. Técnica de alongamento e de articulação em flexão da coluna lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.5. Técnica de articulação e de alongamento em lateroflexão dos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eligamentos iliolombares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.6. Técnica de articulação em rotação\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.7. Técnica rítmica de articulação em decúbito ventral da coluna lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.8. Técnicas de inibição dos músculos espinhais lombares em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.9. Técnicas de relaxamento miofascial\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.10. Técnica Moneyron\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.1.11. Técnica de spray and stretch de Travell\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.2. TÉCNICAS FUNCIONAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.2.1. Técnica funcional L4-L5 em decúbito lateral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.2.2. Técnica funcional combinada em decúbito lateral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.2.3. Técnica de correção espontânea por posicionamento para disfunção\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eem FRS de L5 em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.2.4. Técnica de correção espontânea por posicionamento para disfunção\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eem FRS de L4 em decúbito dorsal\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.3. TÉCNICAS DE ENERGIA MUSCULAR A NÍVEL LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.3.1. Correção por energia muscular de uma disfunção somática em NSR esquerda\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.3.2. Correção por energia muscular de uma disfunção somática em FRS direita\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.3.3. Correção por energia muscular de uma disfunção somática em ERS direita\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.3.4. Técnica de energia muscular para disfunção somática de T12-L1\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eem ERS esquerda em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.4. TÉCNICAS DE THRUST\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.4.1. Técnicas indiretas combinadas de thrust a nível lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.4.2. Técnicas semidiretas com thrust a nível da coluna lombar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.4.3. Técnicas diretas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.5. TÉCNICA DE DEJARNETTE PARA HÉRNIA DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.6. TRAÇÕES VERTEBRAIS AXIAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.6.1. Alterações teóricas observadas com a tração axial\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.6.2. Tratamento\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.6.3. Complicações\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7. TÉCNICA DE FLEXÃO-DISTRAÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.1. Técnica McManis\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.2. Técnica de Stoddard\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.3. Técnica de Cox\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.4. Indicações da flexão-distração\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.5. Princípios da flexão-distração\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.7.6. Protocolo de flexão-distração\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.8. TÉCNICAS DE STILL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.8.1. Técnicas de Still para L5-S1 em FRS esquerda em posição sentada\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.8.2. Técnicas de Still para L3-L4 em ERS esquerda em decúbito\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.9. PROTOCOLO GERAL DE TRATAMENTO DAS LOMBOCIATALGIAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.10. PROTOCOLO OMT PARA A RADICULOPATIA DO NERVO FEMORAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.11. PROTOCOLO OMT PARA A NEURALGIA OBTURADORA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e18.12. PROTOCOLO OMT PARA A MERALGIA PARESTÉSICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19. TRAÇÃO LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.1. DEFINIÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.2. DIFERENTES TIPOS DE TRAÇÃO LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.3. INDICAÇÕES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.4. CONTRAINDICAÇÕES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5. EFEITOS DA TRAÇÃO LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.1. Efeitos sobre a dor\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.2. Efeitos sobre a coluna vertebral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.3. Efeitos sobre os discos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.4. Efeitos sobre os ossos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.5. Efeitos sobre os ligamentos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.6. Efeitos sobre as facetas articulares\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.7. Efeitos sobre os músculos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.5.8. Efeitos sobre os nervos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.6. INDICAÇÕES DA TRAÇÃO VERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.7. CONTRAINDICAÇÕES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.7.1. Contraindicações absolutas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.7.2. Contraindicações relativas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8. TIPOS DE TRAÇÕES\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.1. Tração manual\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.2. Tração postural ou posicional\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.3. Tração gravitacional\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.4. Tração em inversão\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.5. Tração mecânica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.6. Tração contínua\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.7. Tração sustentada, mantida ou estática\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.8.8. Tração intermitente ou rítmica\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.9. PROCEDIMENTOS GERAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.10. TRAÇÃO LOMBAR POSICIONAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.10.1. Decúbito lateral: Abertura unilateral do forame. Indicada em hérnia lateral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.10.2. Decúbito: Abertura bilateral dos forames\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.11. AUTOTRAÇÃO LOMBAR\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.12. MESA DE INVERSÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.13. TRAÇÃO LOMBAR MANUAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.13.1. Tração bilateral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.13.2. Tração manual unilateral do membro inferior\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.14. TRAÇÃO LOMBAR MECÂNICA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.14.1. Posição do doente\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.14.2. Decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.15. TRAÇÃO LOMBAR UNILATERAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.16. DISTRAÇÃO SEGUNDO COX\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.16.1. Tração lombar em decúbito ventral\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e19.17. ESTUDOS CLÍNICOS SOBRE A EFICÁCIA DO TRATAMENTO VERTEBRAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003ePOR DESCOMPRESSÃO-TRAÇÃO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20. HIGIENE POSTURAL E PROTEÇÃO DAS COSTAS20.1. GENERALIDADES20.2. REGRAS GERAIS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3. CONSELHOS DE HIGIENE POSTURAL DAS COSTAS\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3.1. Atividades sentadas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3.2. Para descansar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3.3. Sentado no carro\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3.4. Para entrar no carro\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.3.5. Mudanças de postura\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4. POSIÇÃO EM PÉ\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4.1. Bipedestação estática e prolongada (espera na paragem do autocarro, filas\u003c\/p\u003e\u003cp\u003eà frente de uma bilheteira, receções sociais, etc.)\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4.2. Levantar pesos ou pegar num peso do chão\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4.3. Transportar e alcançar objetos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4.4. Alcançar objetos elevados\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.4.5. Manuseamento de crianças\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.5. POSIÇÃO DEITADA NA CAMA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.5.1. Cama20.5.2. Posição para dormir20.5.3. Levantar-se e deitar-se na cama\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.6. ATIVIDADES DA VIDA QUOTIDIANA\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.6.1. Fazer a cama20.6.2. Calçar-se20.6.3. Varrer ou aspirar\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.6.4. Lavar a loiça20.6.5. Engomar20.6.6. Lavar os dentes\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.7. DESPORTOS EM CASO DE HÉRNIA DISCAL\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.7.1. Desportos permitidos\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e20.7.2. Desportos de risco\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\u003cp\u003eÍNDICE ANALÍTICO\u003c\/p\u003e\u003cp\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Axon","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46953568928003,"sku":"9788494588273","price":88.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0724\/3202\/5859\/files\/54745.jpg?v=1750526289","url":"https:\/\/www.fisiomarket.com\/pt\/products\/38359-tratamiento-osteopatico-de-las-lumbalgias-y-lumbociaticas-por-hernias-discales","provider":"Fisiomarket","version":"1.0","type":"link"}