Descrição
Compex FIT 5.0
Tecnologia
*Estudos disponíveis
MI, ELETROESTIMULAÇÃO PERSONALIZADA PARA CADA FISIOLOGIA
Equipados com a tecnologia exclusiva MI (Muscle Intelligence), os eletroestimuladores Compex adaptam-se a cada um dos seus músculos para lhe proporcionar um trabalho mais eficaz, enquanto desfruta de um conforto inigualável e um melhor desempenho.
MI, COMO FUNCIONA?
MI-SCAN
Analisa o músculo e ajusta automaticamente os parâmetros do eletroestimulador à sua fisiologia.
MI-RANGE
Indica o nível ideal de estimulação durante a realização dos programas de Recuperação e Massagem.
Características
| Tecnologia | Sem fios |
|---|---|
| Muscle Intelligence | MI-scan, MI-range, nos 2 módulos |
| Conexão à internet | Sim |
| Carregamento de objetivos | Não |
| Histórico de utilização | Sim |
| Categoria de programas * | ANTI-DOR, REABILITAÇÃO, RECUPERAÇÃO-MASSAGEM, FITNESS |
| Número de programas | 30 |
| Número de canais | 2 |
| Ecrã | A Cores |
| Potência | 120 mA, 400 us, 150 Hz |
| Alimentação de energia | Bateria recarregável em menos de 4h30 |
Acessórios: Bolsa de transporte, 1 bolsa de elétrodos Snap 5x10 cm, 1 bolsa de elétrodos Snap 5x5 cm, 2 bolsas de elétrodos Snap 5x10 cm (1 clipe)
Programas
- Anti-dor (8): Anti-dor TENS, descontraturante, dor muscular, dor cervical, dor lombar, tendinite, pernas pesadas, prevenção de cãibras
- Reabilitação (1): Amiotrofia Fortalecimento
- Recuperação-Massagem (2): Recuperação treino, Massagem Relaxante, Diminuição de dores musculares tardias, Massagem regenerativa
- Fitness (9): Reafirmar braços, tonificar coxas, fortalecer abdómen, aumentar peitoral, definir abdominais, esculpir glúteos, musculação, capilarização, drenagem linfática, desenvolver bíceps, muscular os ombros, definir abdominais, power, cross training, aquecimento.
Colocação dos elétrodos
O tamanho dos elétrodos - grande ou pequeno - e a sua colocação sobre o grupo muscular que se pretende estimular, são elementos primordiais para o conforto e a eficácia do trabalho que realiza.
Por isso, recomendamos ter sempre um cuidado especial e seguir as colocações recomendadas. Para visualizar as diferentes possibilidades de colocação dos elétrodos, clique aqui.
Numa estimulação com Mi-sensor todas as colocações aconselhadas propor-lhe-ão um ótimo posicionamento. Por isso, recomendamos seguir rigorosamente estas indicações. Se não desejar utilizar a tecnologia Mi, basta substituir o cabo do sensor por outro cabo padrão.
Posição de estimulação
A posição de estimulação depende do grupo muscular que se deseja estimular. As distintas posições propostas são indicadas claramente com pictogramas colocados ao lado dos desenhos de colocação dos elétrodos.
Para os programas que produzem contrações musculares muito visíveis, recomenda-se trabalhar de forma isométrica, o que significa que se devem fixar os extremos do membro de forma a que não tenha movimento. Por exemplo, durante a estimulação dos quadríceps, a pessoa sentar-se-á com os tornozelos fixos, impedindo assim, a extensão dos joelhos.
Trabalhar desta forma permite uma estimulação com total segurança. Por outro lado, permite limitar o encurtamento do músculo durante a contração e, portanto, evitar os riscos de cãibras que daí poderiam derivar. Ao trabalhar os gémeos, produzir-se-á a extensão do pé, pelo que se aconselha colocar uma carga nos ombros ou segurar-se de algum modo para que esta extensão não se produza e a contração seja estática.
Salvo indicações concretas relativas a um programa particular, não se trabalhará de forma dinâmica sem resistência.
Para os programas das categorias Vascular, Massagem Anti-dor, e o programa Recuperação Ativa, que não produzem contrações musculares potentes, coloque-se da forma mais confortável possível.
Ajuste intensidade/energia
Quando estimulamos um músculo, o número de fibras que trabalham depende da energia de estimulação.
Consequentemente, há que utilizar energias de estimulação altas com o objetivo de recrutar o maior número possível de fibras musculares. Abaixo de uma energia de estimulação alta, o resultado obtido será mínimo. Com efeito, o número de fibras recrutadas no músculo estimulado é demasiado baixo para permitir uma melhoria significativa do desempenho de dito músculo.
A melhoria de um músculo estimulado será maior quanto mais elevada for a quantidade de fibras que trabalham. Se apenas se estimula uma quantidade muito pequena de fibras, só progredirão essas fibras, em vez disso, se estimulamos uma quantidade muito mais elevada, progredirão muitas mais fibras e obteremos um melhor resultado.
Portanto, deverá trabalhar energias de estimulação máximas, ou seja, sempre à intensidade máxima suportável.
Naturalmente, não se trata de alcançar a energia de estimulação máxima desde o primeiro dia de utilização. Quem nunca praticou a estimulação Compex previamente efetuará umas sessões do programa Iniciação muscular, com uma energia capaz de produzir potentes contrações musculares, para se habituar à eletroestimulação. Posteriormente, poderá iniciar o seu primeiro ciclo de estimulação com o seu programa e nível específicos. Após o aquecimento, que deve produzir claras sacudidelas musculares, há que subir progressivamente a energia de estimulação, de contração em contração, durante os três ou quatro primeiros minutos da sequência de trabalho. Também há que ir avançando nas energias utilizadas de sessão em sessão, sobretudo durante as três primeiras sessões de um ciclo. A partir da quarta sessão é habitual para um utilizador de compleição média atingir energias bastante elevadas.
Planeamento de sessões
O planeamento das sessões de estimulação durante a semana é feito a partir do momento em que se efetuam 2 treinos semanais.
Caso se planeiem até 6 sessões por semana, recomenda-se separar essas sessões o máximo possível. Por exemplo, a pessoa que efetuar 3 sessões semanais realizá-las-á à razão de 1 sessão a cada 2 dias (trabalhar em dias alternados). Quem efetuar 6 sessões, realizará 6 jornadas de estimulação e 1 dia de descanso.
A partir de 7 sessões por semana ou mais, aconselha-se agrupar várias sessões no mesmo dia, para ganhar um ou dois dias de descanso completo sem estimulação. Quem efetuar 7 sessões por semana fará 5 dias de estimulação, à razão de 1 sessão por dia, e um dia realizar 2 sessões seguidas (espaçadas pelo menos por meia hora de descanso); deste modo, ficará 1 dia de descanso. Quem efetuar 10 sessões por semana fará, preferencialmente, 5 dias com duas sessões por dia (espaçadas pelo menos por meia hora de descanso); deste modo, ficarão 2 dias de descanso.
Importante: Não usar 2 programas de trabalho no mesmo grupo muscular.
Alternância sessão/treino
As sessões de estimulação podem ser realizadas antes, depois ou durante o treino voluntário.
Quando se efetua treino voluntário e estimulação durante uma mesma sessão, recomenda-se, em geral, realizar primeiro o treino voluntário e, depois a eletroestimulação, assim, o treino voluntário não se fará sobre um músculo já fatigado. Isso é especialmente importante para os treinos de força e de força explosiva.
A partir de sete sessões por semana ou mais, aconselha-se agrupar várias sessões no mesmo dia, para ganhar um ou dois dias de descanso completo sem estimulação. Quem efetuar sete sessões por semana fará cinco dias de estimulação, à razão de uma sessão por dia, e um dia com duas sessões seguidas (espaçadas pelo menos por meia hora de descanso); deste modo, ficará um dia de descanso. Quem efetuar dez sessões por semana fará, preferencialmente, cinco dias com duas sessões por dia (espaçadas pelo menos por meia hora de descanso); deste modo, ficarão dois dias de descanso.
Progressão nos níveis
Em geral, não é aconselhável aumentar rapidamente os níveis para chegar o mais rápido possível ao nível mais alto.
Os diferentes níveis correspondem a uma progressão no treino, e é preciso dar aos músculos o tempo necessário para se adaptarem, e assim, que se produza a sobrecompensação.
O erro mais frequente consiste em ir passando de nível em nível à medida que utilizamos energias de estimulação mais elevadas. O número de fibras que são submetidas à estimulação depende da intensidade/energia de estimulação; por outro lado a natureza e a quantidade de trabalho que efetuam essas fibras dependem do programa e do nível. O objetivo consiste, primeiro, em progredir nas intensidades / energias de estimulação, e, em seguida, nos níveis. É que quanto mais fibras se estimularem, mais fibras irão progredir. Mas a velocidade do progresso dessas fibras, assim como a sua aptidão para funcionar com um regime mais elevado, dependem do programa e do nível utilizados, do número de sessões semanais, da duração dessas sessões e das características intrínsecas do utilizador.
O mais simples e habitual é subir o nível no programa escolhido quando se passa para um novo ciclo de estimulação.
Também se pode subir um nível durante um mesmo ciclo, nesse caso aconselha-se não o fazer antes de trabalhar três semanas, no mínimo, com o mesmo nível.
Não se muda de nível durante um uso esporádico ou como manutenção. Também não se muda de nível num ciclo intenso ou agressivo curto de três a quatro semanas. Pelo contrário, em uso clássico, durante um ciclo de seis semanas, pode-se passar para o nível superior após três semanas. Da mesma forma, num ciclo intenso ou agressivo de seis a oito semanas, poderá subir um nível após três ou quatro semanas.
Utilização do aquecimento
Todos os programas que produzem contrações importantes (contrações tetânicas) nos músculos estimulados começam automaticamente com uma sequência de aquecimento, o que se reflete no ecrã através de fumo em cima de um radiador.
Quando não se efetuou nenhuma atividade física voluntária nos minutos anteriores à sessão de estimulação, recomenda-se efetuar o aquecimento. Caso a sessão de estimulação esteja incluída num treino voluntário e que uma atividade voluntária preceda imediatamente a estimulação, não será necessário efetuar a sequência de aquecimento. Suprima o fumo do radiador: a sessão iniciará no programa específico escolhido, sem aquecimento prévio.
Após a sequência de trabalho em estimulação, iniciará automaticamente uma sequência de relaxamento, que permitirá melhorar a recuperação de um músculo após o seu trabalho com o Compex e atenuar, de certo modo, as dores musculares. Se não quiser passar imediatamente para fases de treino voluntário, aconselha-se realizar a última sequência. Também se recomenda realizar alongamentos nos músculos que acaba de trabalhar com o Compex, tal como faríamos ao terminar uma sessão de treino voluntário.